
domingo, 19 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
ESTUDOS PROJETOS
Num projeto de aprendizagem, de quem são as dúvidas que vão gerar o projeto? Quem está interessado em buscar respostas?
PROJETO - o termo projeto é bastante recente em nossa cultura. São associadas a esse termo diferentes acepções: intenção (propósito, objetivo, o problema a resolver); esquema (design); metodologia (planos, procedimentos, estratégias, desenvolvimento). Assim, podem ser concebidas a atividade intelectual de elaboração do projeto e as atividades múltiplas de sua realização. (Boutinet, 1990).
Num projeto de aprendizagem, de quem são as dúvidas que vão gerar o projeto? Quem está interessado em buscar respostas?
Projeto Aprendizagem
O professor assume o papel de animador da inteligência coletiva dos grupos com os quais está interagindo, centrando sua atividade no acompanhamento e na gestão das aprendizagens: problematizando, desafiando, incitando a curiosidade, a troca de saberes, proporcionando a autonomia no processo da aquisição de novos saberes, desenvolvendo a cooperação, a mediação relacional e simbólica, etc.Nesse processo o aluno terá maior possibilidade de interagir e expor seu próprio conhecimento e aprender junto com professo, colegas e ele próprio sugerindo, dando idéias e proporcionando assim um aprendizado mais completo.
A metodologia de Projetos de Aprendizagem Baseados em Problemas favorece a cooperação, que se dá por trocas recíprocas e respeito mútuo. Busca-se aprender conteúdos, aprofundar conceitos, por meio de procedimentos que ajudam o sujeito a desenvolver a própria capacidade de continuar aprendendo, num processo construtivo e simultâneo de questionar-se. A avaliação é usada para verificar como o sujeito está pensando, que recursos já utiliza que relações conseguem estabelecer, que operações realiza ou inventa, ou seja, há um acompanhamento de todo o desenvolvimento da aprendizagem.Assim, a metodologia de Projetos de Aprendizagem Baseados em Problemas poderá ser uma porta que permitirá: aproximar-se da identidade dos estudantes; evidenciar e desenvolver talentos; favorecer o desenvolvimento de concepções humanistas; desenvolver a cooperação, comunicação, autonomia, criatividade, senso crítico; repensar a estrutura de cursos, a organização do currículo por disciplinas e a maneira de estabelecê-lo no tempo e no espaço educacional; resgatar o que ocorre fora do espaço educacional formal, as transformações derivadas da imensa produção de informação; questionar a idéia de uma versão única da realidade; saber onde buscar a informação, como buscar e o que fazer com ela.Na proposta metodológica abordada acima, é fundamental a mediação pedagógica do professor e a possibilidade de interação entre os atores envolvidos. São essas premissas que fazem à diferença na qualidade de um processo educacional, no qual se prioriza a aprendizagem e a cooperação. Durante a aprendizagem, é necessário um processo de reflexão do próprio sujeito sobre sua ação. O que muitas vezes ocorre é a imposição de uma única lógica responsável por transmitir o conhecimento, ao invés de propiciar o desenvolvimento lógico de cada um, o qual possibilitaria ao sujeito reconstruir conceitos, estabelecer relações, entender seu próprio processo de aprendizagem, melhorando sua auto-estima.
Abraços,
Geny Schwartz
PROJETO - o termo projeto é bastante recente em nossa cultura. São associadas a esse termo diferentes acepções: intenção (propósito, objetivo, o problema a resolver); esquema (design); metodologia (planos, procedimentos, estratégias, desenvolvimento). Assim, podem ser concebidas a atividade intelectual de elaboração do projeto e as atividades múltiplas de sua realização. (Boutinet, 1990).
Num projeto de aprendizagem, de quem são as dúvidas que vão gerar o projeto? Quem está interessado em buscar respostas?
Projeto Aprendizagem
O professor assume o papel de animador da inteligência coletiva dos grupos com os quais está interagindo, centrando sua atividade no acompanhamento e na gestão das aprendizagens: problematizando, desafiando, incitando a curiosidade, a troca de saberes, proporcionando a autonomia no processo da aquisição de novos saberes, desenvolvendo a cooperação, a mediação relacional e simbólica, etc.Nesse processo o aluno terá maior possibilidade de interagir e expor seu próprio conhecimento e aprender junto com professo, colegas e ele próprio sugerindo, dando idéias e proporcionando assim um aprendizado mais completo.
A metodologia de Projetos de Aprendizagem Baseados em Problemas favorece a cooperação, que se dá por trocas recíprocas e respeito mútuo. Busca-se aprender conteúdos, aprofundar conceitos, por meio de procedimentos que ajudam o sujeito a desenvolver a própria capacidade de continuar aprendendo, num processo construtivo e simultâneo de questionar-se. A avaliação é usada para verificar como o sujeito está pensando, que recursos já utiliza que relações conseguem estabelecer, que operações realiza ou inventa, ou seja, há um acompanhamento de todo o desenvolvimento da aprendizagem.Assim, a metodologia de Projetos de Aprendizagem Baseados em Problemas poderá ser uma porta que permitirá: aproximar-se da identidade dos estudantes; evidenciar e desenvolver talentos; favorecer o desenvolvimento de concepções humanistas; desenvolver a cooperação, comunicação, autonomia, criatividade, senso crítico; repensar a estrutura de cursos, a organização do currículo por disciplinas e a maneira de estabelecê-lo no tempo e no espaço educacional; resgatar o que ocorre fora do espaço educacional formal, as transformações derivadas da imensa produção de informação; questionar a idéia de uma versão única da realidade; saber onde buscar a informação, como buscar e o que fazer com ela.Na proposta metodológica abordada acima, é fundamental a mediação pedagógica do professor e a possibilidade de interação entre os atores envolvidos. São essas premissas que fazem à diferença na qualidade de um processo educacional, no qual se prioriza a aprendizagem e a cooperação. Durante a aprendizagem, é necessário um processo de reflexão do próprio sujeito sobre sua ação. O que muitas vezes ocorre é a imposição de uma única lógica responsável por transmitir o conhecimento, ao invés de propiciar o desenvolvimento lógico de cada um, o qual possibilitaria ao sujeito reconstruir conceitos, estabelecer relações, entender seu próprio processo de aprendizagem, melhorando sua auto-estima.
Abraços,
Geny Schwartz
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACED
Professora: Cíntia
Aluna: Geny Schwartz da Silva
Curso Especialização em Tutoria
Tecendo Rede, com que Paradigma?
Após a leitura do texto de Maria Cândida de Moraes.
Eis o questionamento de Roberto Müller, “como educar para uma sociedade do conhecimento que requer sujeitos autônomos, críticos usando técnicas e metodologias epistemologicamente equivocadas e cientificamente defasadas”?
Na verdade, a maioria das nossas escolas não está preparada, tanto nos recursos humanos, nos recursos físicos como espaço e materiais adequados para as mudanças rápidas que estão acontecendo com as novas tecnologias.
“Tais problemáticas, de certa forma vem nos incomodando”. Segundo (Gastón) temos que modernizar sem excluir, como sendo um desafio mundial da atualidade. Observa (Laszio) “as novas redes de comunicação e de informação que crescem rapidamente, conectando pessoas em todo o mundo, mas elas não podem garantir um mundo humano e sustentável. Se as redes de informações continuarem sós para a minoria que detém o poder para defenderem os seus próprios interesses”.
Os cuidados que precisamos para não nos enganarmos de colocarmos um aluno enfrente ao computador e pensarmos que as mudanças estão acontecendo, podemos estar aprisionado a mente, a inteligência e a criatividade do aluno.
Eu penso que temos que sair do quadro verde e giz, o que acontece na maioria das nossas escolas, isso deve pertencer ao passado. Colocá-los diante da tecnologia, mas também levá-los a crítica e triagem de informações, em minha opinião a informação sem reflexão não leva a nada, aliás, leva à alienação, a reflexão é o caminho, considero um dos pontos alto no Curso PEAD.
Ser profissional da educação hoje, muito tem a pensar num projeto educativo empreendedor, no qual a atuação do profissional precisa ter certeza dos objetivos a serem alcançados, da sua intervenção pedagógica, da sua flexibilidade e ao mesmo tempo da sua sensibilidade. Considero um desafio uma política educacional moderna, com uma metodologia que reforce a importância da identificação de formas do pensar e agir dos educadores, utilizando-se de criatividade de todos, na solução de problemas e na busca incansável da eficácia do ensino. Considerando as discussões apresentadas pela autora em seu artigo do Guia do Tutor. Senti a responsabilidade da função pedagógica de apoio decente que recai sobre o tutor. As principais funções: pedagógica, social e organizativa.
Função pedagógica cabendo ao tutor da sede * disponibilizar e fornecer informações *trabalhar a partir da pedagogia da pergunta *Realizar intervenções diretas, no caso de ausência da equipe *Dialogar com o tutor do Pólo *Acompanhar o entendimento de cada aluno * Analisar e sugerir realizações a partir das orientações nas interdsciplinas.
Função social cabendo ao tutor sede * Incentivar a troca de experiências e informações entre os estudantes * acolher as dúvidas e as sugestões dos estudantes *aceitar crítica, etc.
Função organizativa Dialogar, informar, solicitar, realizar e registrar relatórios, etc.
Coloco palavras chaves que considero importante para que o tutor realize um bom trabalho junto aos alunos: capacitação, sintonia, criatividade, paciência, perseverança, equilíbrio, tolerância e junto a capacidade de ser aprendiz sempre. Então necessitamos aprender sempre, não no sentido de criar um amontoado de coisas, mas sim criar uma rede ou teia de interações dinâmicas que venha interpor-se e garantir a aprendizagem de qualidade que tanto almejamos.
"A inteligência é a própria vida no seu processo de adaptação" (Piaget).
Entendo que mudar, é transformar as informações em conhecimentos, atitudes, comportamentos, na sociedade em que se vive, penso que essa visão que o educador precisa ter para ser um empreendedor, no entanto os educadores devem buscar as mudanças e enfrentar com coragem a determinação, os desafios, os problemas, as discussões devem ser voltadas a reflexões de seus próprios compromissos e papéis na transformação da sociedade. Uma sociedade onde todos possam viver com dignidade. Que a Educação seja prioridade.
Geny Schwartz da Silva
Aluna – Curso Especialização em Tutoria
18/08/2008
FACED
Professora: Cíntia
Aluna: Geny Schwartz da Silva
Curso Especialização em Tutoria
Tecendo Rede, com que Paradigma?
Após a leitura do texto de Maria Cândida de Moraes.
Eis o questionamento de Roberto Müller, “como educar para uma sociedade do conhecimento que requer sujeitos autônomos, críticos usando técnicas e metodologias epistemologicamente equivocadas e cientificamente defasadas”?
Na verdade, a maioria das nossas escolas não está preparada, tanto nos recursos humanos, nos recursos físicos como espaço e materiais adequados para as mudanças rápidas que estão acontecendo com as novas tecnologias.
“Tais problemáticas, de certa forma vem nos incomodando”. Segundo (Gastón) temos que modernizar sem excluir, como sendo um desafio mundial da atualidade. Observa (Laszio) “as novas redes de comunicação e de informação que crescem rapidamente, conectando pessoas em todo o mundo, mas elas não podem garantir um mundo humano e sustentável. Se as redes de informações continuarem sós para a minoria que detém o poder para defenderem os seus próprios interesses”.
Os cuidados que precisamos para não nos enganarmos de colocarmos um aluno enfrente ao computador e pensarmos que as mudanças estão acontecendo, podemos estar aprisionado a mente, a inteligência e a criatividade do aluno.
Eu penso que temos que sair do quadro verde e giz, o que acontece na maioria das nossas escolas, isso deve pertencer ao passado. Colocá-los diante da tecnologia, mas também levá-los a crítica e triagem de informações, em minha opinião a informação sem reflexão não leva a nada, aliás, leva à alienação, a reflexão é o caminho, considero um dos pontos alto no Curso PEAD.
Ser profissional da educação hoje, muito tem a pensar num projeto educativo empreendedor, no qual a atuação do profissional precisa ter certeza dos objetivos a serem alcançados, da sua intervenção pedagógica, da sua flexibilidade e ao mesmo tempo da sua sensibilidade. Considero um desafio uma política educacional moderna, com uma metodologia que reforce a importância da identificação de formas do pensar e agir dos educadores, utilizando-se de criatividade de todos, na solução de problemas e na busca incansável da eficácia do ensino. Considerando as discussões apresentadas pela autora em seu artigo do Guia do Tutor. Senti a responsabilidade da função pedagógica de apoio decente que recai sobre o tutor. As principais funções: pedagógica, social e organizativa.
Função pedagógica cabendo ao tutor da sede * disponibilizar e fornecer informações *trabalhar a partir da pedagogia da pergunta *Realizar intervenções diretas, no caso de ausência da equipe *Dialogar com o tutor do Pólo *Acompanhar o entendimento de cada aluno * Analisar e sugerir realizações a partir das orientações nas interdsciplinas.
Função social cabendo ao tutor sede * Incentivar a troca de experiências e informações entre os estudantes * acolher as dúvidas e as sugestões dos estudantes *aceitar crítica, etc.
Função organizativa Dialogar, informar, solicitar, realizar e registrar relatórios, etc.
Coloco palavras chaves que considero importante para que o tutor realize um bom trabalho junto aos alunos: capacitação, sintonia, criatividade, paciência, perseverança, equilíbrio, tolerância e junto a capacidade de ser aprendiz sempre. Então necessitamos aprender sempre, não no sentido de criar um amontoado de coisas, mas sim criar uma rede ou teia de interações dinâmicas que venha interpor-se e garantir a aprendizagem de qualidade que tanto almejamos.
"A inteligência é a própria vida no seu processo de adaptação" (Piaget).
Entendo que mudar, é transformar as informações em conhecimentos, atitudes, comportamentos, na sociedade em que se vive, penso que essa visão que o educador precisa ter para ser um empreendedor, no entanto os educadores devem buscar as mudanças e enfrentar com coragem a determinação, os desafios, os problemas, as discussões devem ser voltadas a reflexões de seus próprios compromissos e papéis na transformação da sociedade. Uma sociedade onde todos possam viver com dignidade. Que a Educação seja prioridade.
Geny Schwartz da Silva
Aluna – Curso Especialização em Tutoria
18/08/2008
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